Política Hoje e Sempre
Olá, manolos!!
O ano de 1989 foi pra lá de importante. Além de ser
o ano que eu nasci (risos), o país voltava a escolher seu presidente e a
política estava na rua. Foi a primeira eleição presidencial por voto direto
desde 1960.
Entre os candidatos, estavam os líderes dos
principais partidos: Ulysses Guimarães (PMDB - Partido do Movimento Democrático
Brasileiro), Aureliano Chaves (PFL - Partido da Frente Liberal), Luiz Inácio
Lula da Silva (PT – Partido dos Trabalhadores), Leonel Brizola (PDT - Partido
Democrático Trabalhista), Mário Covas (PSDB – Partido da Social Democracia
Brasileira), Paulo Maluf (PDS - Partido Democrático Social), Roberto Freire
(PCB – Partido Comunista Brasileiro), Guilherme Afif Domingos (PL- Partido
Liberal) e Ronaldo Caiado (PSD – Partido Social Democrático).
A grande novidade, no entanto, foi o ex-governador
de Alagoas, Fernando Collor, que se candidatou por um partido pequeno e
desconhecido na época. Ele era agressivo em seu discurso contra o governo de
Sarney e tornou-se um fenômeno eleitoral da época após liderar as pesquisas de
intenção de voto.
É importante lembrar-se do passado para perceber a
dificuldade que existia com a falta de democracia e de liberdade de expressão.
Hoje, os jovens tem total liberdade para discutir o que pensa e seguir seus
próprios ideais, mas para conquistar essa nossa liberdade, muitos pagaram o
preço com os piores dissabores da vida.
É de extrema importância que haja valorização do
voto, pois é através dele que podemos eleger os nossos representantes. Já
ocorreram inúmeras decepções, mas o eleitor não deve se omitir, do contrário,
estará sendo omisso consigo mesmo e prejudicando indiretamente o país como um
todo. Não se deve desperdiçar um direito obtido depois de décadas de luta. O
esforço daqueles que nos representavam em outrora não pode ter sido em
vão.
Hoje é um dia que pode mudar o rumo da nossa
história. Reflitam sobre o governo que temos o que já foi conquistado e onde
podemos chegar. Basta de candidato falando mal de outro candidato, de eleitor
tratando mal outro eleitor. Queremos propostas e não promessas que nunca
chegam.
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