domingo, 26 de outubro de 2014

Política Hoje e Sempre









Olá, manolos!!

 

O ano de 1989 foi pra lá de importante. Além de ser o ano que eu nasci (risos), o país voltava a escolher seu presidente e a política estava na rua. Foi a primeira eleição presidencial por voto direto desde 1960. 

 

Entre os candidatos, estavam os líderes dos principais partidos: Ulysses Guimarães (PMDB - Partido do Movimento Democrático Brasileiro), Aureliano Chaves (PFL - Partido da Frente Liberal), Luiz Inácio Lula da Silva (PT – Partido dos Trabalhadores), Leonel Brizola (PDT - Partido Democrático Trabalhista), Mário Covas (PSDB – Partido da Social Democracia Brasileira), Paulo Maluf (PDS - Partido Democrático Social), Roberto Freire (PCB – Partido Comunista Brasileiro), Guilherme Afif Domingos (PL- Partido Liberal) e Ronaldo Caiado (PSD – Partido Social Democrático).

 

A grande novidade, no entanto, foi o ex-governador de Alagoas, Fernando Collor, que se candidatou por um partido pequeno e desconhecido na época. Ele era agressivo em seu discurso contra o governo de Sarney e tornou-se um fenômeno eleitoral da época após liderar as pesquisas de intenção de voto.

 

É importante lembrar-se do passado para perceber a dificuldade que existia com a falta de democracia e de liberdade de expressão. Hoje, os jovens tem total liberdade para discutir o que pensa e seguir seus próprios ideais, mas para conquistar essa nossa liberdade, muitos pagaram o preço com os piores dissabores da vida. 

 

É de extrema importância que haja valorização do voto, pois é através dele que podemos eleger os nossos representantes. Já ocorreram inúmeras decepções, mas o eleitor não deve se omitir, do contrário, estará sendo omisso consigo mesmo e prejudicando indiretamente o país como um todo. Não se deve desperdiçar um direito obtido depois de décadas de luta. O esforço daqueles que nos representavam em outrora não pode ter sido em vão. 

 

Hoje é um dia que pode mudar o rumo da nossa história. Reflitam sobre o governo que temos o que já foi conquistado e onde podemos chegar. Basta de candidato falando mal de outro candidato, de eleitor tratando mal outro eleitor. Queremos propostas e não promessas que nunca chegam.









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